A teoria do copo meio cheio diz que se um copo está com água pela metade o ponto de vista positivo seria considerá-lo meio cheio e o negativo meio vazio. O meio vazio dá a entender que pode continuar esvaziando, sugere escassez, o meio cheio ao contrário sugere abundância, vai continuar a encher.
Não sou pessimista, mas percebo que a expressão “pense positivo” carrega uma crença meio tola da realidade. Contra todos os fatos negativos, fica sempre alguém na ilusão do positivismo. Existe um provérbio português mais antigo do que essa onda positiva new age que diz que “contra fatos não há argumentos”.
Sempre que alguém aponta os fatores negativos de algo logo é criticado e reorientado com a velha teoria. Quando na verdade a intenção é prever os impactos que diante de uma boa análise dos fatos será inevitável, principalmente se for ignorada e não tratada.
O copo meio cheio sugere que com a mesma proporção com que ele pode esvaziar ele pode continuar enchendo, só que ao continuar enchendo ele pode chegar a outro termo popular que é o da gota d’água, ou seja, a derradeira gota que transborda o copo. O fato crítico que supera os limites da tolerância.
Por essa perspectiva a escassez do copo meio vazio consome menos água (tempo, sofrimento, esforço) do que o copo meio cheio capaz de transbordar. Diante do contexto, tratava-se de um risco previsto e não considerado. Não adianta olhar para um copo cheio pela metade sem saber o que aconteceu para que chegasse ali. O copo estava furado? Alguém estava bebendo? Está há tanto tempo ali que estava evaporando? Sem crítica sobre os fatos o otimismo não leva a nada.
Copo meio vazio: se consumir esvazia.
Copo meio cheio: se não consumir e continuar enchendo transborda
Copo meio cheio / copo meio vazio: se não consumir vira foco da dengue.
Não sou pessimista, mas percebo que a expressão “pense positivo” carrega uma crença meio tola da realidade. Contra todos os fatos negativos, fica sempre alguém na ilusão do positivismo. Existe um provérbio português mais antigo do que essa onda positiva new age que diz que “contra fatos não há argumentos”.
Sempre que alguém aponta os fatores negativos de algo logo é criticado e reorientado com a velha teoria. Quando na verdade a intenção é prever os impactos que diante de uma boa análise dos fatos será inevitável, principalmente se for ignorada e não tratada.
O copo meio cheio sugere que com a mesma proporção com que ele pode esvaziar ele pode continuar enchendo, só que ao continuar enchendo ele pode chegar a outro termo popular que é o da gota d’água, ou seja, a derradeira gota que transborda o copo. O fato crítico que supera os limites da tolerância.
Por essa perspectiva a escassez do copo meio vazio consome menos água (tempo, sofrimento, esforço) do que o copo meio cheio capaz de transbordar. Diante do contexto, tratava-se de um risco previsto e não considerado. Não adianta olhar para um copo cheio pela metade sem saber o que aconteceu para que chegasse ali. O copo estava furado? Alguém estava bebendo? Está há tanto tempo ali que estava evaporando? Sem crítica sobre os fatos o otimismo não leva a nada.
Copo meio vazio: se consumir esvazia.
Copo meio cheio: se não consumir e continuar enchendo transborda
Copo meio cheio / copo meio vazio: se não consumir vira foco da dengue.
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