Num passado não muito distante, podia associar a frase “Dá um trocado” à rotina de um pedinte de rua. Hoje em dia tem comerciante assaltando chapéu de mendigo em busca de moedas! A situação está tão crítica que tem loja perdendo a venda para não perder o troco.
Fui há algumas semanas comprar um objeto barato, R$ 2,00 era o preço. Eu só tinha uma nota de R$ 20,00 para pagar. Quando mostrei minha nota a vendedora parecia que estava vendo o coisa ruim; me olhou com cara de “pelo amor de Deus me dê uma moeda” e respondeu sem que que eu pudesse raciocinar: “Não troca não moça”. Não questionei, nem me dei ao trabalho de procurar um trocado na minha bolsa, tamanha má vontade daquela infeliz.
Esse lugar era um comércio no centro da cidade e, no entanto, os responsáveis têm um pensamento bastante primitivo. Para ilustrar o que quero dizer, lembro-me de outra situação, onde levei alguns sapatos para consertar numa sapataria humilde, num bairro isolado da cidade. Seu Joaquim um senhorzinho idoso, cabelo bem branquinho e sua esposa, num local simples cuidavam da netinha especial enquanto consertavam sapatos. Deixei os sapatos de um dia para o outro e quando fui buscar ocorreu algo semelhante ao caso anterior, uma nota sem troco.
Nesse dia só estava a senhorinha e a neta, quando viu que não teria troco ela pediu-me para aguardar que ela ia na vizinhança conseguir troco. E ali fiquei fazendo companhia para a netinha especial que fazia guizos e sorria de longe. Até que a senhora voltou com meu troco, entregou os sapatos prontos e impecáveis e se despediu com uma educação ímpar.
Não precisa ter CNPJ nem placa estampada com nome bonito para prestar um serviço de qualidade. Não sou banco central para ficar fornecendo moeda, sou consumidora e quero meu direito de pagar pelos produtos que me disponibilizam para venda! Se eu estivesse com disposição eu citaria naquela situação o art. 39, IX do Código de Defesa do Consumidor, que diz que é prática abusiva “recusar a venda de bens ou a prestação de serviços, diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento”, mas meu humor não estava muito amigável.
Sai dali e tratei de trocar meus R$ 20,00 em outro estabelecimento, senão teria que pagar o ônibus com ele, e ai provavelmente eu teria que voltar a pé para casa.
Fui há algumas semanas comprar um objeto barato, R$ 2,00 era o preço. Eu só tinha uma nota de R$ 20,00 para pagar. Quando mostrei minha nota a vendedora parecia que estava vendo o coisa ruim; me olhou com cara de “pelo amor de Deus me dê uma moeda” e respondeu sem que que eu pudesse raciocinar: “Não troca não moça”. Não questionei, nem me dei ao trabalho de procurar um trocado na minha bolsa, tamanha má vontade daquela infeliz.
Esse lugar era um comércio no centro da cidade e, no entanto, os responsáveis têm um pensamento bastante primitivo. Para ilustrar o que quero dizer, lembro-me de outra situação, onde levei alguns sapatos para consertar numa sapataria humilde, num bairro isolado da cidade. Seu Joaquim um senhorzinho idoso, cabelo bem branquinho e sua esposa, num local simples cuidavam da netinha especial enquanto consertavam sapatos. Deixei os sapatos de um dia para o outro e quando fui buscar ocorreu algo semelhante ao caso anterior, uma nota sem troco.
Nesse dia só estava a senhorinha e a neta, quando viu que não teria troco ela pediu-me para aguardar que ela ia na vizinhança conseguir troco. E ali fiquei fazendo companhia para a netinha especial que fazia guizos e sorria de longe. Até que a senhora voltou com meu troco, entregou os sapatos prontos e impecáveis e se despediu com uma educação ímpar.
Não precisa ter CNPJ nem placa estampada com nome bonito para prestar um serviço de qualidade. Não sou banco central para ficar fornecendo moeda, sou consumidora e quero meu direito de pagar pelos produtos que me disponibilizam para venda! Se eu estivesse com disposição eu citaria naquela situação o art. 39, IX do Código de Defesa do Consumidor, que diz que é prática abusiva “recusar a venda de bens ou a prestação de serviços, diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento”, mas meu humor não estava muito amigável.
Sai dali e tratei de trocar meus R$ 20,00 em outro estabelecimento, senão teria que pagar o ônibus com ele, e ai provavelmente eu teria que voltar a pé para casa.
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