Não
sou muito adepta do assunto política, seja a ideologia sociológica da
matéria, seja sua aplicação real da forma como vem sendo feita. Mas,
algumas questões, ou todas, devem ser refletidas com atenção, com senso
crítico, para que não fiquemos a mercê dos pronunciamentos públicos dos
governantes, como verdades inquestionáveis.
Bater panela e não ouvir nada é uma boa saída, pois é melhor não ouvir nada, do que ouvir e acreditar. Quando o assunto é obras do governo, programas sociais, bem aventurança municipal, estadual ou federal, uma coisa é clara: fundos financeiros do governo são arrecadados por meio das contas e impostos que pagamos e dos recursos naturais explorados da biodiversidade do nosso país. Dentre todos os programas sociais criados o de bolsas de estudos, acredito, seja a melhor iniciativa, visto que a educação é a chave para uma civilização que pretende se desenvolver.
FIES, ProUni, SISU, Escola da Família, são programas que geram retorno, devolvem pessoas qualificadas para o mercado de trabalho, pessoas capacitadas para gerar renda, racionalizando. Talvez se existisse mais bolsas de estudos, existiria menor necessidade de Bolsa Família. Bolsa Família é um dinheiro que não gera retorno. Ele é financiado com dinheiro pago por contas e impostos, e é utilizado para pagar contas e impostos, sem margem de lucro.
Os estudantes que pagam Universidade acham que os bolsistas estudam de graça. Ora! Sua família unida com certeza arrecadou o suficiente para que o governo banque seus estudos, afinal é para isso que serve o governo, para administrar os bens públicos. Outro fator diferencial, particularmente do ProUni e SISU é o Enem, que é composto por dois dias de provas exaustivamente complexas ao passo que os Vestibulares de Universidades Privadas são piadas!
Se falta verba certamente não é por falta de arrecadação, pois não é algo facultativo, é imposto. O problema fundamental é excesso de promessas, improbidade administrativa, desinteresse. O Governo não dá nada de graça para ninguém, até o salário dos governantes somos nós que pagamos. Eles representam a voz da maioria. O que estas vozes têm dito
Esse texto foi compartilhado no Jornal de Jundiaí.
Bater panela e não ouvir nada é uma boa saída, pois é melhor não ouvir nada, do que ouvir e acreditar. Quando o assunto é obras do governo, programas sociais, bem aventurança municipal, estadual ou federal, uma coisa é clara: fundos financeiros do governo são arrecadados por meio das contas e impostos que pagamos e dos recursos naturais explorados da biodiversidade do nosso país. Dentre todos os programas sociais criados o de bolsas de estudos, acredito, seja a melhor iniciativa, visto que a educação é a chave para uma civilização que pretende se desenvolver.
FIES, ProUni, SISU, Escola da Família, são programas que geram retorno, devolvem pessoas qualificadas para o mercado de trabalho, pessoas capacitadas para gerar renda, racionalizando. Talvez se existisse mais bolsas de estudos, existiria menor necessidade de Bolsa Família. Bolsa Família é um dinheiro que não gera retorno. Ele é financiado com dinheiro pago por contas e impostos, e é utilizado para pagar contas e impostos, sem margem de lucro.
Os estudantes que pagam Universidade acham que os bolsistas estudam de graça. Ora! Sua família unida com certeza arrecadou o suficiente para que o governo banque seus estudos, afinal é para isso que serve o governo, para administrar os bens públicos. Outro fator diferencial, particularmente do ProUni e SISU é o Enem, que é composto por dois dias de provas exaustivamente complexas ao passo que os Vestibulares de Universidades Privadas são piadas!
Se falta verba certamente não é por falta de arrecadação, pois não é algo facultativo, é imposto. O problema fundamental é excesso de promessas, improbidade administrativa, desinteresse. O Governo não dá nada de graça para ninguém, até o salário dos governantes somos nós que pagamos. Eles representam a voz da maioria. O que estas vozes têm dito
Esse texto foi compartilhado no Jornal de Jundiaí.